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03/11/2018

A evolução dos métodos contraceptivos.

Existem diversos métodos contraceptivos que ajudam a evitar uma gravidez indesejada. Desde a pílula anticoncepcional, passando pelos hormônios combinados, implantes, até os métodos definitivos, como laqueaduras, são recursos bastante utilizados. Existem também os métodos de barreira, que bloqueiam fisicamente o acesso do esperma ao útero. Eles incluem preservativos, diafragmas, capuzes cervicais, esponjas contraceptivas e espermicidas.

O método anticoncepcional que deve ser adotado por cada mulher depende da razão pela qual ela busca um meio contraceptivo, porém, antes de tal escolha, é de fundamental importância consultar o ginecologista para decidir qual a opção mais adequada, sendo que as condições físicas, idade, tabagismo, alergias e outros fatores podem influenciar na melhor alternativa.

“Hoje em dia, devido à existência de vários métodos, deve-se levar em conta fatores como adaptação, fertilidade, desejo ou não de futura gestação e o estudo de patologias prévias de cada paciente” explica o coordenador de ginecologia, Dr. Fabio Broner.

Em todos os métodos existem benefícios, mas também efeitos colaterais. No caso dos hormônios, por exemplo, podem ocorrer náuseas, perda do libido e retenção hídrica. Nos métodos irreversíveis, como laqueadura, podem aumentar o fluxo menstrual, consequentemente aumentando a cólica. Já o DIU e o SIU podem aumentar o corrimento vaginal. Em outros casos, como a pílula, além desses efeitos, há também o desconforto de tê-la que tomar todos os dias no mesmo horário.

“Importante ressaltar que cada paciente vai se adaptar ao método que mais lhe agradar, ao que menos lhe trouxer efeitos colaterais e que combine com uma certa praticidade na utilização”, acrescenta o Dr. Broner.

Texto: MCAtrês

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